Ela passara a noite inteira escrevendo uma carta para ele e, pela primeira vez, tinha a intenção de entregá-la. Pensara em apenas desejar a ele um feliz aniversário, mais uma vez. Pensara e repesara sobre o que dar a ele de aniversário, passaram algumas idéias, mas nenhuma q parecesse ideal ou boa o suficiente... Decidiu então dar-lhe a única coisa que podia, mas não sabia se serviria de presente, afinal já era dele: o seu coração, seus sentimentos. Escreveu tudo o que sentia, tudo o que queria dizer, mas deixou claro que respeitaria a opinião dele, fingindo a não existência dessa carta ou o que ele preferisse, e que valorizava muito sua amizade e não gostaria de perdê-la. No dia seguinte, no tão esperado dia, passou com ele e com seus amigos. Não teve a coragem suficiente para entregar a carta, ficou com medo da reação dele, mais uma vez ficaria sem saber o que ele faria, mas talvez fosse melhor assim. Talvez a amizade garantida fosse melhor do que uma reação desconhecida.
01/09/2009
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