Saudades. Mas como, se não havia se passado nem ao menos 3 dias completos?
Amanda passara horas e horas pensando nele, não conseguia evitar. E hoje, quando o viu, estava ocupada com outras coisas e não pôde matar a saudade dele como queria. Então ele se foi e ela sentiu um vazio no peito, se arrependera, queria ele ao seu lado. Ficou subitamente mais quieta, ria apenas para não demonstrar a tristeza que sentia ao saber que não o veria mais aquele dia.
Ao final do dia, porém, ele ligou. Ela atendeu, conversaram, e ele lhe dissera que não iria às aulas aquela noite. Desligou o telefone, pensou em não ir também, não seria o mesmo sem ele, porém algo lhe dizia que não devia ficar em casa aquela noite.
Saiu, foi à escola, chegou atrasada, encontrou alguns amigos. Entrou na sala, um de seus amigos a guiando, ela o seguiu e, repentinamente, seu coração parou por um segundo, deu um salto e descompassou... Era ele, sim, era ele. Sentou-se ao seu lado, agiu de forma comportada, disfarçou a felicidade ao vê-lo e tentou prestar atenção à aula. Um sorriso brincava em seus lábios, sim, ao lado daquele garoto ela sentia vontade de sorrir, simplesmente por ele estar lá, por ela vê-lo e senti-lo tão próximo de si.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Abstinência
E ela o abraçava forte, abraçava com medo de perdê-lo, queria então aproveitar cada momento com aquele que conseguira mexer com seus sentimentos. E respirava o cheiro que emanava dele, e embriagava-se nele. E quanto mais tempo passava ao seu lado, mais queria lá permanecer, parecia que nunca era o bastante. E nessas horas queria que o tempo parasse para que pudesse ficar mais tempo ao seu lado, nem q fosse apenas para abraçá-lo e senti-lo ao seu lado. Para compensar, nas horas em que estavam longe um do outro, ela queria que o tempo voasse, que pudesse vê-lo rapidamente. O tempo de abstinência do ser amado era para ela pior do que a abstinência de qualquer substância ilícita, passava o dia pensando nele, lembrando e sonhando acordada com os momentos deles. Ela não sabia o que queria, sabia apenas que o amava.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Lucia olhava para o céu estrelado. Porém, não enxergava o esplendor do céu aquela noite. Não, ela olhava para o céu, mas olhava acima de tudo para dentro de si mesma. Não entendia o que se passava na cabeça daquele menino, aquele que conseguira conquistar o seu amor, mas era tão complicado amá-lo... Vale a pena amar alguém que não te ama? Já tentara outras vezes, mas a resposta parecia ser sempre não. Tentara com outro garoto, estava parcialmente feliz, pois sabia que sempe amaria aquele complicado garoto. Porém, enquanto estava tentando ser feliz, o outro percebera que a amava, que sentia ciumes e a queria novamente. Muitos dramas depois, ela voltara com seu amado, para depois de algum tempo ele descobrir que talvez não a amasse...
Ela agora estava olhando pela janela procurando uma palavra para defini-lo... complicado parecia não ser o bastante. Talvez confuso, equivocado, louco... Não. Egoísta! sim, era essa a palavra que buscava. Egoísta sim, pois não a amava o bastante para fazê-la feliz, nem permitia que outro tentasse, por puro ciúme. O nome disso talvez não fosse amor, fosse simplesmente egoísmo. Não a amava o suficiente para querer ela acima de tudo, mas também não queria vê-la sendo feliz com outra pessoa. Não sentia ciume por querê-la, mas sim por não querer que outra pessoa a tenha. Medo talvez de que ela deixasse de amá-lo, mas será que ele não entendia que o que ela sentia não iria mudar. Ou que ela merecia a chance de ser feliz.
Sim, ela merecia essa chance, a chance de poder ser feliz novamente, fosse com ele ou com outro alguém. Agora ela refletia se só o amor dela seria o bastante para mantê-los juntos. Ela não merecia a chance de poder tentar amar outro garoto que a amasse também? Poderia um relacionamento dar certo tendo apenas uma das partes amando e a outra simplesmente gostando? ou poderia ela conquistar o amor dele?
A resposta parecia estar em sua frente, mas ela não a enxergava.
sábado, 14 de novembro de 2009
Não quero um final feliz, pra falar a verdade, não quero um final!
O que seria o final? O final da vida, ou seja, a morte? O final da nossa história, o rompimento, a separação? Mas aí não seria feliz, então não, não pode ser isso.
Quero ser feliz com você, não apenas no final, mas durante toda nossa história.
Porque desde que essa nossa história começou fui feliz, não quero pensar que isso é um final. É apenas um começo, digamos que nos desejo um, uma, hum... ah, desejo que continuemos felizes e ponto.
O que seria o final? O final da vida, ou seja, a morte? O final da nossa história, o rompimento, a separação? Mas aí não seria feliz, então não, não pode ser isso.
Quero ser feliz com você, não apenas no final, mas durante toda nossa história.
Porque desde que essa nossa história começou fui feliz, não quero pensar que isso é um final. É apenas um começo, digamos que nos desejo um, uma, hum... ah, desejo que continuemos felizes e ponto.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Gabriela se sentia traída
Gabriela se sentia traída, talvez já devesse ter se acostumado a isso, sempre fora boba de acreditar em todos ao seu redor, era comum esse sentimento passar por seu coração, mas não conseguia evitar.
Gabriela sentia-se traída e, com lágrimas que ameaçavam cair a qualquer instante, ela se perguntava como era possível ter se enganado tanto com uma pessoa? Como alguém que lhe dizia que ela era sua melhor amiga de um dia para outro mudara de concepção e dissera a terceiros que nunca a considerara amiga de verdade?
Traída Gabriela se sentia, pelo simples fato dele não ter tido a coragem de dizer a verdade em sua cara antes, pois quantas das coisas ditas serão verdade e quantas mentiras? Mais uma vez fizeram ela se sentir errada, culpada, sofrer e gastar noites pensando em como ela era idiota, para na verdade descobrir que não era ela a idiota, o que afinal ela fizera de errado? Se apaixonara, tivera a sorte de ser amada e ser feliz? Isso era tão errado assim?
Ah, como se traida Gabriela sentia, sentia que já tinha sua decisão, não importasse o que ele dissesse, agora tentaria ser feliz, fazer seu amado feliz, sem se sentir culpada, mas tranquila por ter tirado mais um falso de sua vida, e mesmo que por um lado triste e com raiva, ela sentia-se bem por poder ser feliz a cada dia que passa.
Gabriela sentia-se traída e, com lágrimas que ameaçavam cair a qualquer instante, ela se perguntava como era possível ter se enganado tanto com uma pessoa? Como alguém que lhe dizia que ela era sua melhor amiga de um dia para outro mudara de concepção e dissera a terceiros que nunca a considerara amiga de verdade?
Traída Gabriela se sentia, pelo simples fato dele não ter tido a coragem de dizer a verdade em sua cara antes, pois quantas das coisas ditas serão verdade e quantas mentiras? Mais uma vez fizeram ela se sentir errada, culpada, sofrer e gastar noites pensando em como ela era idiota, para na verdade descobrir que não era ela a idiota, o que afinal ela fizera de errado? Se apaixonara, tivera a sorte de ser amada e ser feliz? Isso era tão errado assim?
Ah, como se traida Gabriela sentia, sentia que já tinha sua decisão, não importasse o que ele dissesse, agora tentaria ser feliz, fazer seu amado feliz, sem se sentir culpada, mas tranquila por ter tirado mais um falso de sua vida, e mesmo que por um lado triste e com raiva, ela sentia-se bem por poder ser feliz a cada dia que passa.
sábado, 24 de outubro de 2009
Elizabeth se olhava no espelho, lavara o rosto diversas vezes na esperança de refrescar a mente e entender: quando isso iria parar?
Será que um dia conseguiria ficar ao lado de Felipe sem que seu coração disparasse como se quisesse sair de seu peito? Sua pele arrepiaria-se toda vez que ele a tocasse? Seus braços criariam vida própria, abraçando-o o mais junto de seu corpo possível sempre que ele a abraçasse? E toda vez que ele a beijasse ela sentiria a mistura de todos esses sentidos de uma vez, fazendo com que ela se esquecesse de tudo e soh pensasse nele, como tem frequentemente acontecido ultimamente?
Será que um dia conseguiria ficar ao lado de Felipe sem que seu coração disparasse como se quisesse sair de seu peito? Sua pele arrepiaria-se toda vez que ele a tocasse? Seus braços criariam vida própria, abraçando-o o mais junto de seu corpo possível sempre que ele a abraçasse? E toda vez que ele a beijasse ela sentiria a mistura de todos esses sentidos de uma vez, fazendo com que ela se esquecesse de tudo e soh pensasse nele, como tem frequentemente acontecido ultimamente?
sábado, 3 de outubro de 2009
razão de viver
Lamento, mas não direi que não consigo me imaginar sem você, ou que você é tudo na minha vida, ou ainda que não conseguiria viver sem você, pois não seria verdade...
Eu consigo me imaginar sem você, porém é uma imagem de uma triste e solitária figura, que não sabe o que é a felicidade plena. Você não é tudo na minha vida, é apenas uma das partes mais importantes, sem a qual minha vida não estaria completa. E sim, eu conseguiria viver sem você, mas seria uma vida sem sentido, pois você é quem me faz acreditar que viver pode ser uma experiência mais que maravilhosa e que, sim, viver pode ser melhor que sonhar.
Eu consigo me imaginar sem você, porém é uma imagem de uma triste e solitária figura, que não sabe o que é a felicidade plena. Você não é tudo na minha vida, é apenas uma das partes mais importantes, sem a qual minha vida não estaria completa. E sim, eu conseguiria viver sem você, mas seria uma vida sem sentido, pois você é quem me faz acreditar que viver pode ser uma experiência mais que maravilhosa e que, sim, viver pode ser melhor que sonhar.
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