Ela estava contra a parede: depois de terminar dois namoros seguidos não sabia se estaria apta a se apaixonar novamente. Ela estava começando a se apaixonar, não gostava do sentimento de vazio no peito, mas estava com medo de sofrer novamente. Ela sabia que suas chances eram mínimas, ele era um colega de classe com quem começou a conviver mais no último mês. O conhecia desde o começo do ano, mas nunca tinha reparado em como ele poderia ser especial, pudera, ainda estava namorando.
Mas ele era diferente, ela sabia disso. Mas não queria se apaixonar, estava tentando não pensar ele, mas quanto mais tentava, mais inevitavelmente pensava. Não contara a ninguém, não por não confiar, mas por não querer consolidar a idéia de estar amando novamente, intensificando assim a dor futura.
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