
Ela cansara-se daquilo, a brincadeira de fingir estar tudo bem já não tinha mais graça. Indecisão ela suportava, mas já tinha passado dos limites. Bianca se perguntava todos os dias por que com ela? Por que sempre se envolvia com pessoas complicadas, sempre sofria, chorava, sangrava por dentro? Por que não conseguia um namoro bom, um garoto que a amasse e que ela amasse também, como acontecia com várias amigas suas? Não era justo, não, não era justo.
Mas a vida ainda ia ensiná-la que há muitas coisas injustas, mas temos que aprender a conviver com elas. E que cada lágrima derramada traria uma lição que, se ela soubesse aproveitar, levaria para caminhos de felicidade e sorriso, e ela ainda choraria muito, mas seriam lágrimas de felicidade. Bastava deixar de pensar que a vida era injusta, mas pensar que ela, na verdade, estava dando-lhe as ferramentas necessárias para construir a sua felicidade.
Mas a vida ainda ia ensiná-la que há muitas coisas injustas, mas temos que aprender a conviver com elas. E que cada lágrima derramada traria uma lição que, se ela soubesse aproveitar, levaria para caminhos de felicidade e sorriso, e ela ainda choraria muito, mas seriam lágrimas de felicidade. Bastava deixar de pensar que a vida era injusta, mas pensar que ela, na verdade, estava dando-lhe as ferramentas necessárias para construir a sua felicidade.
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