Refletia muito enquanto estava longe dele. Ah, como Sophia se angustiava com o tempo em que ficavam sem se ver, sem se falar... Parecia que nada tinha graça sem ele, ele era o alvo de seus pensamentos, o centro de seu universo, o seu sol particular.
Sim, um sol, talvez isso consiga representar um pouco o que aquele garoto representava para Sophia. O centro de seu universo, com ele, ela se sentia aquecia, bem, feliz, talvez ele realmente fosse até melhor que um sol. Ele brilhava aos olhos dela, e por incrível que pareça, como o sol, ao invés de fazer as coisas ao seu redor se ofuscarem devido ao brilho, ele iluminava tudo, fazia o mundo ter sentido, a vida ter mais luz, e fazia-a sorrir facilmente, sentir-se feliz como ninguém. E quando ele não estava presente era como um sol escondido atrás de densas nuvens, tudo ficava mais escuro, não dava vontade de fazer nada, nem de sorrir. Havia outras coisas que fazer, como se distrair, mas nada como se ele estivesse lá, presente, com ela.
Ela, pensando bem, gostaria de se comparar com a lua. Poderia até, pois dependia dele, do seu sol. Se ele não existisse, ela não poderia brilhar, nada existiria, ela seria ofuscada e não seria nada. Também gostaria de ser uma lua, pois ela inspira os apaixonados, e ela gostaria de inspira-lo, embora não se achasse digna de ser comparada com a beleza da lua. Um problema em ser a lua era a distância que ela ficava do sol, sempre que um surgia, o outro se escondia, e não, isso ela não aguentaria.
Ela, pensando bem, gostaria de se comparar com a lua. Poderia até, pois dependia dele, do seu sol. Se ele não existisse, ela não poderia brilhar, nada existiria, ela seria ofuscada e não seria nada. Também gostaria de ser uma lua, pois ela inspira os apaixonados, e ela gostaria de inspira-lo, embora não se achasse digna de ser comparada com a beleza da lua. Um problema em ser a lua era a distância que ela ficava do sol, sempre que um surgia, o outro se escondia, e não, isso ela não aguentaria.
E o sol era lindo, como o brilho nos olhos de seu amor, como ele próprio, era lindo. Ela podia ver, por detrás de seus olhos, a face dele, quase podia sentir seu toque, seu beijo. Via seu sorriso, aquele que a encantava tanto, e em seu coração ela sentia um aperto, de saudade, de amor. Ela o amava, isso era uma certeza, e se sentia feliz, pois ele também a amava.
E Sophia não sabe bem quando essa reflexão passou a ser sonho, mas a próxima coisa que ouviu foi o despertador tocar, abriu a janela e viu o sol brilhar, mais forte que nunca, e se sentiu feliz, pois hoje veria seu amado.

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