domingo, 27 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Poeta: mais imaginação, menos realidade
Por que, raios, ela estava debruçada sobre aquela folha em branco, com a caneta na mão, a espera de uma ideia? Não era poeta, Maria Clara bem sabia disso, então por que ainda insistia em tentar? Horas e horas desperdiçadas sobre a escrivaninha antiga que ficava em seu quarto, retirara todas as coisas que a pudessem distrair dali e, agora, seus ursinhos, maquiagem, acessórios e algumas coisas indefinidas e coloridas repousavam sobre sua cama, aguardando retornar para seus lugares de origem. Mas ao que parecia, nada funcionava e a espera não estava chegando ao fim...
Não fora sempre assim... Houve um período em que ela escrevia as mais lindas poesias, sem hesitar simplesmente deixava a ideia fluir da cabeça para as mãos, e delas para a caneta e para o papel. O que ela tinha naquela época que deixara de ter agora? O melhor era perguntar o que ela tinha agora que não tinha antes... Ela estava feliz! Verdadeiramente feliz.
Talvez isso seja apenas um devaneio a mais, porém desde que conhecera a felicidade deixara de escrever com tanta facilidade. Poesias talvez sejam uma manifestação da alma que busca preencher o vazio com algo, e as palavras tinham essa capacidade. Mas agora que perderam seu sentido aumentaram as dificuldades e Maria Clara não sabia o que fazer. Gostava de escrever, sem isso perdia sua identidade.
Estava confusa... quem era ela? o que queria? Não conseguia escrever, mas tinha sentimentos nunca antes sonhados, cuja definição parecerá sempre vaga, palavra alguma definiria o que se passava dentro dela. Talvez por isso também tenha encontrado mais dificuldade para escrever. Percebia agora o quão vagas eram os sentimentos descritos, procurava novas formas de representá-los melhor, mas parecia ser em vão.
Maria Clara não era mais uma poeta, era mais do que isso: Maria Clara era amada e amava, se tornara uma romântica apaixonada.
Não fora sempre assim... Houve um período em que ela escrevia as mais lindas poesias, sem hesitar simplesmente deixava a ideia fluir da cabeça para as mãos, e delas para a caneta e para o papel. O que ela tinha naquela época que deixara de ter agora? O melhor era perguntar o que ela tinha agora que não tinha antes... Ela estava feliz! Verdadeiramente feliz.
Talvez isso seja apenas um devaneio a mais, porém desde que conhecera a felicidade deixara de escrever com tanta facilidade. Poesias talvez sejam uma manifestação da alma que busca preencher o vazio com algo, e as palavras tinham essa capacidade. Mas agora que perderam seu sentido aumentaram as dificuldades e Maria Clara não sabia o que fazer. Gostava de escrever, sem isso perdia sua identidade.
Estava confusa... quem era ela? o que queria? Não conseguia escrever, mas tinha sentimentos nunca antes sonhados, cuja definição parecerá sempre vaga, palavra alguma definiria o que se passava dentro dela. Talvez por isso também tenha encontrado mais dificuldade para escrever. Percebia agora o quão vagas eram os sentimentos descritos, procurava novas formas de representá-los melhor, mas parecia ser em vão.
Maria Clara não era mais uma poeta, era mais do que isso: Maria Clara era amada e amava, se tornara uma romântica apaixonada.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Destino
Adriana tinha medo do futuro. Essa era uma das únicas coisas que a deixavam insegura, com a cabeça martelando e o pânico ameaçando romper de seu peito. Na verdade, o medo não era tanto do futuro em si, mas da distância.
Garota boba, que não aguentava uma semana sequer longe dele, longe daquele cujo sorriso e o olhar lhe roubavam as horas de sono a noite, aquele que conseguia fazê-la se sentir tão diferente dela mesma, e ao mesmo tempo, mais ela mesma que nunca. Que a fazia sentir-se especial em meio a tantas outras pessoas.
Não conseguia dormir e agora, parada em frente a janela e mirando as estrelas brilhantes, pensava no futuro. O que ele, tão inconstante e surpreendente, estaria guardando para ela? Sabia da probabilidade, e isso a afligia. Não sabia ao certo o que fazer, na verdade acreditava que a única coisa a ser feita seria esperar, esperar e ver o que iria acontecer. Tinha que confiar nas mãos de Deus e no seu amor, mas era mais fácil na teoria.
Por que até o tempo lutava contra ela?
Garota boba, que não aguentava uma semana sequer longe dele, longe daquele cujo sorriso e o olhar lhe roubavam as horas de sono a noite, aquele que conseguia fazê-la se sentir tão diferente dela mesma, e ao mesmo tempo, mais ela mesma que nunca. Que a fazia sentir-se especial em meio a tantas outras pessoas.
Não conseguia dormir e agora, parada em frente a janela e mirando as estrelas brilhantes, pensava no futuro. O que ele, tão inconstante e surpreendente, estaria guardando para ela? Sabia da probabilidade, e isso a afligia. Não sabia ao certo o que fazer, na verdade acreditava que a única coisa a ser feita seria esperar, esperar e ver o que iria acontecer. Tinha que confiar nas mãos de Deus e no seu amor, mas era mais fácil na teoria.
Por que até o tempo lutava contra ela?
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Oras, eu sou amada!
E um sorriso bricava em sua face. Ameaçava eclodir em uma gargalhada, tamanha era a felicidade que sentia. Seus olhos brilhavam com lágrimas que ameaçavam cair, seu coração batia com tal força que ela acreditava que uma hora ainda iria explodir. E por quê? Oras, porque era amada! Não é essa a melhor razão para se estar feliz?
Tão poucos encontravam o amor, e muitos dos que o encontravam, ou não davam o devido valor, ou não eram correspondidos. Mas ela, ah, que garota de sorte era aquela! Encontrara o amor, o maior que poderia existir, tanto que ela nem sabia como ele podia caber em seu coração! É, refletindo percebia que esse amor realmente não poderia caber em seu coração, ele ultrapassava isso, ele dominava todo o seu ser, sua alma, sua vida. Ela o amava e era correspondida. E não cometeria o erro de não valorizar tal amor!
Encontrara o amor da sua vida, tinha vontade de gritar com todas as suas forças para que todos soubessem! Há quem não acredite nem que possa existir um amor tão grande quanto o que ela sente, então como poderiam saber o que se passa com essa tão estranha garota? Para eles era apenas mais uma garota apaixonada, como tantas outras, feliz demais com algo pequeno. Mas como poderia ser pequeno esse fato que afetaria-lhe a vida toda? Ela amava! e era amada...
E enquanto nisso acreditasse, nada poderia acabar com a sua felicidade.
"Enfim, eu te amo! E isso é a coisa mais verdadeira que eu já disse pra alguém."
Tão poucos encontravam o amor, e muitos dos que o encontravam, ou não davam o devido valor, ou não eram correspondidos. Mas ela, ah, que garota de sorte era aquela! Encontrara o amor, o maior que poderia existir, tanto que ela nem sabia como ele podia caber em seu coração! É, refletindo percebia que esse amor realmente não poderia caber em seu coração, ele ultrapassava isso, ele dominava todo o seu ser, sua alma, sua vida. Ela o amava e era correspondida. E não cometeria o erro de não valorizar tal amor!
Encontrara o amor da sua vida, tinha vontade de gritar com todas as suas forças para que todos soubessem! Há quem não acredite nem que possa existir um amor tão grande quanto o que ela sente, então como poderiam saber o que se passa com essa tão estranha garota? Para eles era apenas mais uma garota apaixonada, como tantas outras, feliz demais com algo pequeno. Mas como poderia ser pequeno esse fato que afetaria-lhe a vida toda? Ela amava! e era amada...
E enquanto nisso acreditasse, nada poderia acabar com a sua felicidade.
"Enfim, eu te amo! E isso é a coisa mais verdadeira que eu já disse pra alguém."
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Lutar por um amor...
parece algo tão mais fácil nos filmes. E quando por causa desse amor nos vemos em tantas encrencas, nos vemos em uma situação "tensa"!
Como agora, Gisele não não sabia mais o que fazer. Começara esse relacionamento de forma tão simples, e fora se apegando cada vez mais por ele... E de repente: Bum! Tudo vira de cabeça pra baixo e ela se encontra em uma situação um tanto desesperadora, com sua própria família e amigos pressionando para ela terminar aquilo, que seria loucura continuar um namoro que só lher trouxera problemas.
Ah, mas já era tarde, Gisele já sentia algo forte demais para terminar desse jeito. Enquanto lhe houvesse forças, ela não desistiria, afinal, ele quem tirou ela da pior e lhe mostrou o caminho de volta da felicidade. Agora, não importava o custo, ela tentaria o quanto pudesse.
Se o amava, não, ela não sabia se era isso ainda, mas de que importava? Ela gostava dele, e muito, talvez fosse amor, talvez se transformasse em amor, quem sabe... E por isso, por essa possibilidade de tudo dar certo ela não cederia, queria ser feliz novamente, e estava conseguindo... Não iria permitir a ninguém, NINGUÉM, estragar a sua felicidade agora. Não sem luta.
x.x"
Como agora, Gisele não não sabia mais o que fazer. Começara esse relacionamento de forma tão simples, e fora se apegando cada vez mais por ele... E de repente: Bum! Tudo vira de cabeça pra baixo e ela se encontra em uma situação um tanto desesperadora, com sua própria família e amigos pressionando para ela terminar aquilo, que seria loucura continuar um namoro que só lher trouxera problemas.
Ah, mas já era tarde, Gisele já sentia algo forte demais para terminar desse jeito. Enquanto lhe houvesse forças, ela não desistiria, afinal, ele quem tirou ela da pior e lhe mostrou o caminho de volta da felicidade. Agora, não importava o custo, ela tentaria o quanto pudesse.
Se o amava, não, ela não sabia se era isso ainda, mas de que importava? Ela gostava dele, e muito, talvez fosse amor, talvez se transformasse em amor, quem sabe... E por isso, por essa possibilidade de tudo dar certo ela não cederia, queria ser feliz novamente, e estava conseguindo... Não iria permitir a ninguém, NINGUÉM, estragar a sua felicidade agora. Não sem luta.
x.x"
domingo, 18 de abril de 2010
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